Procellariiformes

A ordem dos Procellariiformes reúne aves marinhas altamente adaptadas à vida em mar aberto, como pardelas, cagarras e painhos, sendo presença regular ao largo da costa portuguesa, especialmente no Atlântico. Estas aves caracterizam-se por corpos hidrodinâmicos, asas longas e estreitas que permitem um voo planado eficiente sobre o oceano, tirando partido dos ventos, e bicos com narinas tubulares, uma adaptação única que auxilia na deteção de odores e na excreção de sal. Passam grande parte da vida no mar, regressando a terra apenas para se reproduzirem, geralmente em ilhas ou falésias isoladas.

Ecologicamente, os Procellariiformes desempenham um papel fundamental nos ecossistemas marinhos, alimentando-se de peixes, lulas e outros organismos, contribuindo para a regulação destas populações. São também importantes indicadores da saúde dos oceanos, uma vez que dependem de águas produtivas e pouco poluídas. Em Portugal, várias espécies nidificam em arquipélagos como os Açores e a Madeira, enquanto outras ocorrem ao largo do continente, enfrentando ameaças como a poluição marinha, captura acidental em artes de pesca e espécies invasoras nas suas áreas de nidificação.

A ordem dos Procellariiformes reúne aves marinhas altamente adaptadas à vida em mar aberto, como pardelas, cagarras e painhos, sendo presença regular ao largo da costa portuguesa, especialmente no Atlântico. Estas aves caracterizam-se por corpos hidrodinâmicos, asas longas e estreitas que permitem um voo planado eficiente sobre o oceano, tirando partido dos ventos, e bicos com narinas tubulares, uma adaptação única que auxilia na deteção de odores e na excreção de sal. Passam grande parte da vida no mar, regressando a terra apenas para se reproduzirem, geralmente em ilhas ou falésias isoladas.

Ecologicamente, os Procellariiformes desempenham um papel fundamental nos ecossistemas marinhos, alimentando-se de peixes, lulas e outros organismos, contribuindo para a regulação destas populações. São também importantes indicadores da saúde dos oceanos, uma vez que dependem de águas produtivas e pouco poluídas. Em Portugal, várias espécies nidificam em arquipélagos como os Açores e a Madeira, enquanto outras ocorrem ao largo do continente, enfrentando ameaças como a poluição marinha, captura acidental em artes de pesca e espécies invasoras nas suas áreas de nidificação.

A ordem dos Procellariiformes reúne aves marinhas altamente adaptadas à vida em mar aberto, como pardelas, cagarras e painhos, sendo presença regular ao largo da costa portuguesa, especialmente no Atlântico. Estas aves caracterizam-se por corpos hidrodinâmicos, asas longas e estreitas que permitem um voo planado eficiente sobre o oceano, tirando partido dos ventos, e bicos com narinas tubulares, uma adaptação única que auxilia na deteção de odores e na excreção de sal. Passam grande parte da vida no mar, regressando a terra apenas para se reproduzirem, geralmente em ilhas ou falésias isoladas.

Ecologicamente, os Procellariiformes desempenham um papel fundamental nos ecossistemas marinhos, alimentando-se de peixes, lulas e outros organismos, contribuindo para a regulação destas populações. São também importantes indicadores da saúde dos oceanos, uma vez que dependem de águas produtivas e pouco poluídas. Em Portugal, várias espécies nidificam em arquipélagos como os Açores e a Madeira, enquanto outras ocorrem ao largo do continente, enfrentando ameaças como a poluição marinha, captura acidental em artes de pesca e espécies invasoras nas suas áreas de nidificação.

Espécies desta ordem observáveis em Portugal:

  • Albatroz-de-sobrancelha (Thalassarche melanophris)
  • Alma-de-mestre (Hydrobates pelagicus)
  • Alma-negra (Bulweria bulwerii)
  • Cagarra-do-atlântico (Calonectris borealis)
  • Cagarra-do-mediterrâneo (Calonectris diomedea)
  • Fulmar (Fulmarus glacialis)
  • Painho-casquilho (Oceanites oceanicus)
  • Painho-da-madeira (Hydrobates castro)
  • Painho-de-cauda-forcada (Hydrobates leucorhous)
  • Painho-de-swinhoe (Hydrobates monorhis)
  • Painho-de-ventre-branco (Pelagodroma marina)
  • Pardela-balear (Puffinus mauretanicus)
  • Pardela-de-barrete (Ardenna gravis)
  • Pardela-pequena (Puffinus baroli)
  • Pardela-preta (Ardenna grisea)
  • Pardela-sombria (Puffinus puffinus)

Espécies desta ordem observáveis em Portugal:

  • Albatroz-de-sobrancelha (Thalassarche melanophris)
  • Alma-de-mestre (Hydrobates pelagicus)
  • Alma-negra (Bulweria bulwerii)
  • Cagarra-do-atlântico (Calonectris borealis)
  • Cagarra-do-mediterrâneo (Calonectris diomedea)
  • Fulmar (Fulmarus glacialis)
  • Painho-casquilho (Oceanites oceanicus)
  • Painho-da-madeira (Hydrobates castro)
  • Painho-de-cauda-forcada (Hydrobates leucorhous)
  • Painho-de-swinhoe (Hydrobates monorhis)
  • Painho-de-ventre-branco (Pelagodroma marina)
  • Pardela-balear (Puffinus mauretanicus)
  • Pardela-de-barrete (Ardenna gravis)
  • Pardela-pequena (Puffinus baroli)
  • Pardela-preta (Ardenna grisea)
  • Pardela-sombria (Puffinus puffinus)
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