
A ordem dos Accipitriformes reúne aves de rapina diurnas com grande importância ecológica, incluindo em Portugal espécies emblemáticas como águias, milhafres, abutres e tartaranhões. São aves que se distinguem pelas suas adaptações à caça e ao consumo de presas, possuíndo bicos fortes e curvos para rasgar carne, garras afiadas para capturar e imobilizar, e uma visão extremamente apurada que lhes permite detetar movimentos a grandes distâncias. O seu voo planado, aproveitando correntes térmicas, é uma característica marcante que lhes permite percorrer grandes áreas com baixo gasto energético.
Desempenham um papel essencial como predadores de topo, regulando populações e mantendo o equilíbrio dos ecossistemas, enquanto as espécies necrófagas, como os abutres, contribuem para a limpeza do ambiente ao remover carcaças e reduzir doenças. Em Portugal, estão presentes numa grande diversidade de habitats, desde montanhas e florestas até zonas agrícolas e húmidas, demonstrando elevada capacidade de adaptação. Ainda assim, enfrentam ameaças como a perda de habitat, o uso de venenos ilegais e colisões com infraestruturas, sendo a sua conservação crucial para a saúde e equilíbrio dos ecossistemas a longo prazo.

A ordem dos Accipitriformes reúne aves de rapina diurnas com grande importância ecológica, incluindo em Portugal espécies emblemáticas como águias, milhafres, abutres e tartaranhões. São aves que se distinguem pelas suas adaptações à caça e ao consumo de presas, possuíndo bicos fortes e curvos para rasgar carne, garras afiadas para capturar e imobilizar, e uma visão extremamente apurada que lhes permite detetar movimentos a grandes distâncias. O seu voo planado, aproveitando correntes térmicas, é uma característica marcante que lhes permite percorrer grandes áreas com baixo gasto energético.
Desempenham um papel essencial como predadores de topo, regulando populações e mantendo o equilíbrio dos ecossistemas, enquanto as espécies necrófagas, como os abutres, contribuem para a limpeza do ambiente ao remover carcaças e reduzir doenças. Em Portugal, estão presentes numa grande diversidade de habitats, desde montanhas e florestas até zonas agrícolas e húmidas, demonstrando elevada capacidade de adaptação. Ainda assim, enfrentam ameaças como a perda de habitat, o uso de venenos ilegais e colisões com infraestruturas, sendo a sua conservação crucial para a saúde e equilíbrio dos ecossistemas a longo prazo.

A ordem dos Accipitriformes reúne aves de rapina diurnas com grande importância ecológica, incluindo em Portugal espécies emblemáticas como águias, milhafres, abutres e tartaranhões. São aves que se distinguem pelas suas adaptações à caça e ao consumo de presas, possuíndo bicos fortes e curvos para rasgar carne, garras afiadas para capturar e imobilizar, e uma visão extremamente apurada que lhes permite detetar movimentos a grandes distâncias. O seu voo planado, aproveitando correntes térmicas, é uma característica marcante que lhes permite percorrer grandes áreas com baixo gasto energético.
Desempenham um papel essencial como predadores de topo, regulando populações e mantendo o equilíbrio dos ecossistemas, enquanto as espécies necrófagas, como os abutres, contribuem para a limpeza do ambiente ao remover carcaças e reduzir doenças. Em Portugal, estão presentes numa grande diversidade de habitats, desde montanhas e florestas até zonas agrícolas e húmidas, demonstrando elevada capacidade de adaptação. Ainda assim, enfrentam ameaças como a perda de habitat, o uso de venenos ilegais e colisões com infraestruturas, sendo a sua conservação crucial para a saúde e equilíbrio dos ecossistemas a longo prazo.
Espécies desta ordem observáveis em Portugal:
- Abutre-do-Egipto (Neophron percnopterus)
- Abutre-preto (Aegypius monachus)
- Açor (Astur gentilis)
- Águia-calçada (Hieraaetus pennatus)
- Águia-cobreira (Circaetus gallicus)
- Águia-das-estepes (Aquila nipalensis)
- Águia-de-bonelli (Aquila fasciata)
- Águia-gritadeira (Clanga clanga)
- Águia-imperial (Aquila adalberti)
- Águia-pesqueira (Pandion haliaetus)
- Águia-pomarina (Clanga pomarina)
- Águia-rabalva (Haliaeetus albicilla)
- Águia-real (Aquila chrysaetos)
- Bútio-d’asa-redonda (Buteo buteo)
- Bútio-mouro (Buteo rufinus)
- Gavião-europeu (Accipiter nisus)
- Grifo (Gyps fulvus)
- Grifo-africano (Gyps africanus)
- Grifo-de-rüppell (Gyps rueppelli)
- Milhafre-preto (Milvus migrans)
- Milhafre-real (Milvus milvus)
- Peneireiro-cinzento (Elanus caeruleus)
- Quebra-ossos (Gypaetus barbatus)
- Tartaranhão-americano (Circus hudsonius)
- Tartaranhão-azulado (Circus cyaneus)
- Tartaranhão-caçador (Circus pygargus)
- Tartaranhão-dos-pauis (Circus aeruginosus)
- Tartaranhão-pálido (Circus macrourus)
- Vespeiro-europeu (Pernis apivorus)
Espécies desta ordem observáveis em Portugal:
- Abutre-do-Egipto (Neophron percnopterus)
- Abutre-preto (Aegypius monachus)
- Açor (Astur gentilis)
- Águia-calçada (Hieraaetus pennatus)
- Águia-cobreira (Circaetus gallicus)
- Águia-das-estepes (Aquila nipalensis)
- Águia-de-bonelli (Aquila fasciata)
- Águia-gritadeira (Clanga clanga)
- Águia-imperial (Aquila adalberti)
- Águia-pesqueira (Pandion haliaetus)
- Águia-pomarina (Clanga pomarina)
- Águia-rabalva (Haliaeetus albicilla)
- Águia-real (Aquila chrysaetos)
- Bútio-d’asa-redonda (Buteo buteo)
- Bútio-mouro (Buteo rufinus)
- Gavião-europeu (Accipiter nisus)
- Grifo (Gyps fulvus)
- Grifo-africano (Gyps africanus)
- Grifo-de-rüppell (Gyps rueppelli)
- Milhafre-preto (Milvus migrans)
- Milhafre-real (Milvus milvus)
- Peneireiro-cinzento (Elanus caeruleus)
- Quebra-ossos (Gypaetus barbatus)
- Tartaranhão-americano (Circus hudsonius)
- Tartaranhão-azulado (Circus cyaneus)
- Tartaranhão-caçador (Circus pygargus)
- Tartaranhão-dos-pauis (Circus aeruginosus)
- Tartaranhão-pálido (Circus macrourus)
- Vespeiro-europeu (Pernis apivorus)
