Anseriformes

A ordem dos Anseriformes inclui aves aquáticas bem conhecidas como patos, gansos e cisnes, amplamente distribuídas em Portugal, sobretudo em zonas húmidas, estuários, lagoas e barragens, mas também presentes em ambientes humanizados. Estas aves estão fortemente adaptadas ao meio aquático, apresentando corpos robustos, patas recuadas com membranas interdigitais que facilitam a natação e plumagem densa e impermeável, essencial para a manutenção da temperatura corporal. O bico largo e achatado permite a filtragem de alimento, possibilitando uma dieta variada que inclui plantas aquáticas, sementes e pequenos invertebrados, sendo ainda comum o dimorfismo sexual, com machos mais vistosos do que as fêmeas.

Ecologicamente, desempenham um papel importante ao controlar o crescimento da vegetação aquática e ao promover a circulação de nutrientes e sementes através da sua alimentação e comportamento, contribuindo para a regeneração das zonas húmidas. Servem também de alimento a diversos predadores, integrando cadeias alimentares complexas. Em Portugal, há espécies residentes e outras migradoras, que utilizam o país como local de invernada ou de passagem, reforçando a sua importância nas rotas migratórias europeias. No entanto, enfrentam ameaças como a degradação dos habitats, a poluição e a perturbação humana, sendo fundamentais para a saúde e equilíbrio dos ecossistemas aquáticos.

A ordem dos Anseriformes inclui aves aquáticas bem conhecidas como patos, gansos e cisnes, amplamente distribuídas em Portugal, sobretudo em zonas húmidas, estuários, lagoas e barragens, mas também presentes em ambientes humanizados. Estas aves estão fortemente adaptadas ao meio aquático, apresentando corpos robustos, patas recuadas com membranas interdigitais que facilitam a natação e plumagem densa e impermeável, essencial para a manutenção da temperatura corporal. O bico largo e achatado permite a filtragem de alimento, possibilitando uma dieta variada que inclui plantas aquáticas, sementes e pequenos invertebrados, sendo ainda comum o dimorfismo sexual, com machos mais vistosos do que as fêmeas.

Ecologicamente, desempenham um papel importante ao controlar o crescimento da vegetação aquática e ao promover a circulação de nutrientes e sementes através da sua alimentação e comportamento, contribuindo para a regeneração das zonas húmidas. Servem também de alimento a diversos predadores, integrando cadeias alimentares complexas. Em Portugal, há espécies residentes e outras migradoras, que utilizam o país como local de invernada ou de passagem, reforçando a sua importância nas rotas migratórias europeias. No entanto, enfrentam ameaças como a degradação dos habitats, a poluição e a perturbação humana, sendo fundamentais para a saúde e equilíbrio dos ecossistemas aquáticos.

A ordem dos Anseriformes inclui aves aquáticas bem conhecidas como patos, gansos e cisnes, amplamente distribuídas em Portugal, sobretudo em zonas húmidas, estuários, lagoas e barragens, mas também presentes em ambientes humanizados. Estas aves estão fortemente adaptadas ao meio aquático, apresentando corpos robustos, patas recuadas com membranas interdigitais que facilitam a natação e plumagem densa e impermeável, essencial para a manutenção da temperatura corporal. O bico largo e achatado permite a filtragem de alimento, possibilitando uma dieta variada que inclui plantas aquáticas, sementes e pequenos invertebrados, sendo ainda comum o dimorfismo sexual, com machos mais vistosos do que as fêmeas.

Ecologicamente, desempenham um papel importante ao controlar o crescimento da vegetação aquática e ao promover a circulação de nutrientes e sementes através da sua alimentação e comportamento, contribuindo para a regeneração das zonas húmidas. Servem também de alimento a diversos predadores, integrando cadeias alimentares complexas. Em Portugal, há espécies residentes e outras migradoras, que utilizam o país como local de invernada ou de passagem, reforçando a sua importância nas rotas migratórias europeias. No entanto, enfrentam ameaças como a degradação dos habitats, a poluição e a perturbação humana, sendo fundamentais para a saúde e equilíbrio dos ecossistemas aquáticos.

Espécies desta ordem observáveis em Portugal:

  • Arrabio (Anas acuta)
  • Cisne-bravo (Cygnus cygnus)
  • Cisne-de-bewick (Cygnus columbianus)
  • Cisne-mudo (Cygnus olor)
  • Êider (Somateria mollissima)
  • Eider-real (Somateria spectabilis)
  • Frisada (Mareca strepera)
  • Ganso-bravo (Anser anser)
  • Ganso-campestre (Anser fabalis)
  • Ganso-das-neves (Anser caerulescens)
  • Ganso-de-bico-curto (Anser brachyrhynchus)
  • Ganso-de-cabeça-listada (Anser indicus)
  • Ganso-de-faces-brancas (Branta leucopsis)
  • Ganso-de-faces-pretas (Branta bernicla)
  • Ganso-do-canadá (Branta canadensis)
  • Ganso-do-egipto (Alopochen aegyptiaca)
  • Ganso-grande-de-testa-branca (Anser albifrons)
  • Marreco (Spatula querquedula)
  • Marrequinha-americana (Anas carolinensis)
  • Marrequinha-comum (Anas crecca)
  • Merganso-de-poupa (Mergus serrator)
  • Merganso-grande (Mergus merganser)
  • Merganso-pequeno (Mergellus albellus)
  • Pardilheira (Marmaronetta angustirostris)
  • Pato-branco (Tadorna tadorna)
  • Pato-careto (Melanitta perspicillata)
  • Pato-de-bico-vermelho (Netta rufina)
  • Pato-de-rabo-alçado (Oxyura leucocephala)
  • Pato-de-rabo-alçado-americano (Oxyura jamaicensis)
  • Pato-de-touca-branca (Bucephala albeola)
  • Pato-d’asa-azul (Spatula discors)
  • Pato-d’olho-dourado (Bucephala clangula)
  • Pato-falcado (Mareca falcata)
  • Pato-ferrugíneo (Tadorna ferruginea)
  • Pato-fusco (Melanitta fusca)
  • Pato-preto (Melanitta nigra)
  • Pato-rabilongo (Clangula hyemalis)
  • Pato-real (Anas platyrhynchos)
  • Pato-trombeteiro (Spatula clypeata)
  • Piadeira (Mareca penelope)
  • Piadeira-americana (Mareca americana)
  • Zarro-americano (Aythya affinis)
  • Zarro-bastardo (Aythya marila)
  • Zarro-castanho (Aythya nyroca)
  • Zarro-comum (Aythya ferina)
  • Zarro-de-colar (Aythya collaris)
  • Zarro-negrinha (Aythya fuligula)

Espécies desta ordem observáveis em Portugal:

  • Arrabio (Anas acuta)
  • Cisne-bravo (Cygnus cygnus)
  • Cisne-de-bewick (Cygnus columbianus)
  • Cisne-mudo (Cygnus olor)
  • Êider (Somateria mollissima)
  • Eider-real (Somateria spectabilis)
  • Frisada (Mareca strepera)
  • Ganso-bravo (Anser anser)
  • Ganso-campestre (Anser fabalis)
  • Ganso-das-neves (Anser caerulescens)
  • Ganso-de-bico-curto (Anser brachyrhynchus)
  • Ganso-de-cabeça-listada (Anser indicus)
  • Ganso-de-faces-brancas (Branta leucopsis)
  • Ganso-de-faces-pretas (Branta bernicla)
  • Ganso-do-canadá (Branta canadensis)
  • Ganso-do-egipto (Alopochen aegyptiaca)
  • Ganso-grande-de-testa-branca (Anser albifrons)
  • Marreco (Spatula querquedula)
  • Marrequinha-americana (Anas carolinensis)
  • Marrequinha-comum (Anas crecca)
  • Merganso-de-poupa (Mergus serrator)
  • Merganso-grande (Mergus merganser)
  • Merganso-pequeno (Mergellus albellus)
  • Pardilheira (Marmaronetta angustirostris)
  • Pato-branco (Tadorna tadorna)
  • Pato-careto (Melanitta perspicillata)
  • Pato-de-bico-vermelho (Netta rufina)
  • Pato-de-rabo-alçado (Oxyura leucocephala)
  • Pato-de-rabo-alçado-americano (Oxyura jamaicensis)
  • Pato-de-touca-branca (Bucephala albeola)
  • Pato-d’asa-azul (Spatula discors)
  • Pato-d’olho-dourado (Bucephala clangula)
  • Pato-falcado (Mareca falcata)
  • Pato-ferrugíneo (Tadorna ferruginea)
  • Pato-fusco (Melanitta fusca)
  • Pato-preto (Melanitta nigra)
  • Pato-rabilongo (Clangula hyemalis)
  • Pato-real (Anas platyrhynchos)
  • Pato-trombeteiro (Spatula clypeata)
  • Piadeira (Mareca penelope)
  • Piadeira-americana (Mareca americana)
  • Zarro-americano (Aythya affinis)
  • Zarro-bastardo (Aythya marila)
  • Zarro-castanho (Aythya nyroca)
  • Zarro-comum (Aythya ferina)
  • Zarro-de-colar (Aythya collaris)
  • Zarro-negrinha (Aythya fuligula)
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